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General Heleno defende decreto para flexibilizar posse de armas

O general da reserva Augusto Heleno, indicado para ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional
Fabio Rodrigues Pozzebom - Agência Brasil
O General Augusto Heleno, futuro chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), defendeu em Brasília o decreto anunciado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) que pretende facilitar a posse de armas no País. Ele nega que isso vá aumentar o número de mortes violentas. Como exemplo, citou que o trânsito também mata – e nem por isso os carros deveriam ser “proibidos”.


“Muita gente argumenta que as mortes vão aumentar. Isso aí, os dados são polêmicos. Se formos considerar o números de vítimas, não vou dizer aqui, mas vocês vão ver que está em torno de 50 mil o número de vítimas de acidentes de trânsito. Se considerarmos isso, vamos proibir o pessoal de dirigir. Ninguém mais sai de casa de carro. Estão correndo risco de morrer”, explicou.


Heleno disse também que não teve acesso ao texto, mas ressaltou que o próprio Bolsonaro já disse que a medida ainda será aperfeiçoada pelo Congresso.

Por Jovem Pan