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Primeiro leilão do pré-sal sob Bolsonaro pode arrecadar quase R$ 8 bilhões


O primeiro leilão de áreas exploratórias do pré-sal do governo Jair Bolsonaro poderá arrecadar até R$ 7,85 bilhões.


Esse é o valor total do bônus de assinatura das cinco áreas autorizadas na segunda-feira (17) pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética).


Na reunião, o CNPE autorizou a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis) a realizar também um leilão de áreas fora do pré-sal, com a oferta de 42 blocos exploratórios.

Na sexta rodada de licitações do pré-sal, o bloco mais caro é chamado de Aram, na Bacia de Santos, com bônus de assinatura de R$ 5,05 bilhões.

O segundo bloco mais caro da licitação será Cruzeiro do Sul, com bônus de R$ 1,15 bilhão.

A ANP licitará também as áreas de Norte de Brava (R$ 600 milhões), Bumerangue (R$ 550 milhões) e Sudoeste de Sagitário (R$ 500 milhões).


Com informações da Folha