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Decisão da Itália expõe tribunal brasileiro a vexame internacional: “O STF é uma vergonha”


O desfecho do caso envolvendo o terrorista italiano Cesare Battisti é a demonstração inequívoca de que o advogado Cristiano Caiado de Acioli estava totalmente correto.


Recentemente, num voo da companhia Gol, Cristiano disse para o ministro Ricardo Lewandowski, que tinha vergonha do STF. Pelo atrevimento, o magistrado mandou prendê-lo.

Pois é, esse mesmo Lewandowski não poderá fazer o mesmo com o premiê italiano Giuseppe Conte, que notadamente receoso e com ‘vergonha alheia’ da corte brasileira, envidou todos os esforços para que o criminoso terrorista passasse bem longe do Brasil no seu retorno a Itália, livre dos poderes malignos de nossos honrados ministros.



E de fato, um pedido de Habeas Corpus do advogado de Cesare Battisti já aguardava para ser encaminhado ao ministro Marco Aurélio Mello, caso o voo procedente da Bolívia fizesse alguma parada no Brasil.

Noutras palavras, a nossa Suprema Corte é presentemente motivo de chacota internacional, indigna de confiança e tida como protetora de criminosos.

A Bolívia conseguiu ser muito mais eficiente. Uma outra situação a ser observada é que, segundo declaração do ministro da Justiça italiano, caso o voo do criminoso tivesse feito essa escala da impunidade, a Itália, em função de acordo realizado com o Brasil, iria respeitar e ele cumpriria apena 30 anos de cadeia. Como a entrega foi feita pela Bolívia, a prisão perpétua será mantida, com seis meses de completa solitária.


De qualquer forma, por sua atitude, o presidente Jair Bolsonaro sai fortalecido. Graças a sua disposição de mandar prender o terrorista, Battisti teve que sair em desesperada fuga, o que finalmente possibilitou a sua prisão para cumprimento de sua pena de prisão perpétua.

O próprio premiê italiano fez questão de manifestar a sua gratidão ao presidente brasileiro.


Por Amanda Costa | Jornal da Cidade