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Posted by TV Cidade News on Tuesday, April 16, 2019

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Facção criminosa que atua no Pará, manda cortar cabeça de jovem e posta nas redes sociais

Imagens de um assassinato bárbaro está circulando nas redes sociais na última semana, onde nele é revelado o lado mais violento das guerras entre as facções do comando vermelho (CV) e o primeiro comando da capital (PCC).

Imagem: Whatsapp (desfocada)
De acordo com o vídeo, onde aparece um homem já decapitado, e durante a narrativa de uma das pessoas envolvidas no crime, a barbaridade parece ter acontecido em Parauapebas, sudeste do Pará. A vítima foi identificada como Wendel Fabrício Correia de 19 anos, mais conhecido como "De Belém". No primeiro vídeo, a vítima aparece sendo segurada pelo pescoço e seus executores perguntam se ele faz parte do CV e diante da pressão, ele confirma que faz parte.

Em seguida, os criminosos mostram uma faca e um revolver calibre 38 e afirmam que as armas são para os membros do CV, nesse momento o vídeo acaba e na filmagem seguinte o rapaz aparece morto, sem a cabeça, e com o corpo todo cortado. Nessa filmagem, os criminosos exibem o crime e afirmam que é "isso" que vai acontecer com os membros do comando vermelho. Logo as imagens ganharam repercussão e chegou ao conhecimento dos familiares que reconheceram Wendel sendo a pessoa que estava sendo morta.

Fátima Correia, mãe da vitima, contou aos policiais que o filho saiu de casa no último domingo (3) por volta das 20h, dizendo que ia encontrar com amigos e essa foi a última vez que ela o viu com vida. Fátima revelou que entrou em desespero quando viu as imagens e faz um apêlo aos criminosos. "Eu só quero encontrar o corpo do meu filho e pelo menos ter a oportunidade de fazer um velório e enterro digno", pediu.

O delegado da policia civil, Gabriel Henrique, que está investigando o caso, instaurou um inquérito antes mesmo da confirmação que o fato aconteceu em Parauapebas. Ele diz que conta com a ajuda da população para que façam denúnicias através do Disque Denúncia 181 caso tenham informações a respeito do caso.

Fonte: DOL (Com informações Correio de Carajás)