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Ex-padre revela rede de corrupção entre Igreja Católica e Sérgio Cabral


Wagner Augusto Portugal admitiu participação em desvios de R$ 52 milhões em contratos da área da saúde com o governo do Rio de Janeiro.


O ex-padre Wagner Augusto Portugal, braço-direito de Dom Orani Tempesta, cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, admitiu que participava de esquema de corrupção na área da saúde do governo Sérgio Cabral e, com isso, se tornou delator premiado.


Portugal confessou participação no desvio de R$ 52 milhões dos cofres do Rio de Janeiro em contratos com a Secretaria de Estado de Saúde do Rio com a organização social católica Pró-Saúde em 2013.

O Ministério Público Federal (MPF) do Rio investiga se parte dessa propina ficou com sacerdotes. As informações foram confirmadas pela Record TV.

O ex-padre, que é apontado como um dos beneficiários do esquema, foi afastado do sacerdócio pelo Vaticano por desobediência.

Na última terça-feira (26), o MPF divulgou o depoimento do ex-governador do Rio, Sérgio Cabral. Ele citou um esquema de propina envolvendo religiosos.


Com informações do Renova Mídia