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Lava Jato da Educação vai escancarar escândalos nas universidades brasileiras

Ministro da Justiça, Sérgio Moro, e ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez
Possivelmente teremos greves nas instituições de ensino por conta da Lava Jato do Ministério da Educação. Usarão os estudantes como escudo para manter o sistema. Mas como solucionar? Deixar tudo como está é inviável, o país não aguentaria mais 10 anos dessa formação meramente ideológica nas universidades. Lógico que não é uma generalização, conheço pessoas ótimas de todas as vertentes que atuam na área, mas o que ninguém pode negar é que boa parte dos estudantes estão saindo despreparados.


São profissionais que não tem base intelectual para resolverem problemas que acontecem no cotidiano de qualquer pessoa. Cometem erros primários nas áreas de saúde, nas finanças das empresas, nas pesquisas, nas construções e nas leis, há advogados que primam muito mais pela servidão aos seus antigos mestres dentro das salas de audiência, do que por buscar a justiça dos fatos.


Sem contar nos novos professores de infinitas áreas que estão sendo jogados no mercado com tão pouco conhecimento de causa. Temos:

- Reitores de universidades que participam do esquema de bolsas;

- Oferta de cursos com baixíssima qualidade;

- Contratação de professores por ideologia e não por qualificação;

- Perseguição à professores que desconfiam do esquema;

- Viabilização do uso de drogas dentro do campus universitário;

- Professores que gastam todo seu tempo de aula militando, se dizem fãs do construtivismo e deixam a aula rolar sem metodologia e metas, gastam horas com longas conversas sobre todos os acontecimentos mundiais e críticas politicas, mas esquecem que alguém está pagando para o aluno levar para casa um diploma e uma habilidade para um dia se sustentar com isso.

Temos alunos e professores fazendo das classes escolares trampolins para serem notados politicamente, começam militando no ambiente escolar e em seguida se lançam como vereadores, deputados e presidentes de partido.

Usam de seu poder enquanto professores para formatarem novos eleitores, ou seja, não é mais o candidato quem se adapta aos anseios do eleitor, são os eleitores que estão sendo programados para confiar no candidato.

Ficou tudo muito pessoal, embora a ideia que eles tentam vender é que seja "em nome do coletivo", mas sabemos que não é bem assim...

Lembrando que toda generalização é burra, há professores lá dentro sofrendo uma pressão imensa e se submetendo porque precisam trabalhar.


Por Raquel Brugnera