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Pais repudiam ação política de professores em colégio no Rio


Em meio às manifestações contra o contingenciamento de gastos da educação, um grupo de pais de alunos de um colégio fluminense resolveu se posicionar contra a paralisação das aulas.


Professores do Colégio Santo Agostinho, um dos mais tradicionais do Rio de Janeiro, localizado no Leblon, decidiram aderir aos protestos desta quarta-feira (15) contra o governo do presidente Jair Bolsonaro.


Por conta da adesão em massa dos docentes, a escola precisou fechar as portas, deixando alunos sem aulas e pais indignados.

O professor e programador Eduardo Vieira encabeçou as críticas ao colégio e reuniu outros pais insatisfeitos com a decisão da instituição de ensino. Eles entregaram um abaixo-assinado aos responsáveis pela escola e protestaram na frente do colégio com cartazes.


Eduardo Vieira disse que 430 pais se posicionaram contra a paralisação porque “essa não é uma greve da categoria dos professores”, mas um repúdio político que envolve partidos de esquerda.

“Pedimos ao colégio a garantir a aula de nossos filhos, que é para isso que nós pagamos as caras mensalidades”, acrescentou.



Um vídeo gravado pelo pai foi compartilhado no perfil oficial do chefe do Executo no Twitter. Bolsonaro disse que os pais estavam reagindo ao “uso político que alguns querem fazer com seus filhos na escola”.

- Pais de alunos do Colégio Santo Agostinho, Rio/RJ, reagem ao uso político que alguns querem fazer com seus filhos na escola.
- Pais de alunos do Colégio Santo Agostinho, Rio/RJ, reagem ao uso político que alguns querem fazer com seus filhos na escola.
- Os valores e o conhecimento devem ser a tônica daqueles que matricularam seus filhos nessa escola particular e, certamente, em muitas outras.
Posted by Gleyson Araujo on Thursday, May 16, 2019

Fonte: Renova Mídia