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Gustavo Montezano já havia sido cotado para diretoria do BNDES, mas foi rejeitado por Levy

A solução foi, na ocasião, aproveitá-lo como secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento

Hoana Gonçalves/Ministério da Economia
O executivo e banqueiro do setor privado Gustavo Montezano, escolhido nesta segunda-feira (17) para ser o novo presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES), já havia sido indicado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, para ocupar uma diretoria da instituição, mas a sugestão não foi aceita pelo então presidente Joaquim Levy.

A informação é do colunista Gerson Camarotti. A solução foi, assim, aproveitá-lo como secretário especial adjunto de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia, na equipe do secretário Salim Mattar. Agora, Montezano tomou o lugar de Levy, que pediu demissão no último sábado (15).


Montezano tem menos de 40 anos e foi sócio do BTG Pactual, além de ter trabalhado em Londres na ECTP (Ex-BTG Pactual Commodities). Na presidência do BNDES terá como prioridades privatizações, desinvestimentos, Infraestrutura, saneamento e reestruturação financeira de estados e municípios.

Além disso, segundo o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, uma das medidas que se deseja para a instituição é a “abertura da caixa preta do passado, apontando para onde foram investidos recursos em Cuba e na Venezuela, por exemplo”.

Por Jovem Pan