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The Intercept estimula a ação de cibercriminosos no Brasil


Hospedado nos EUA e financiado por um bilionário progressista, o site The Intercept divulgou conteúdo roubado por criminosos cibernéticos de celulares de autoridades do Executivo e Judiciário brasileiro.


O site The Intercept divulgou supostos diálogos envolvendo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, e procuradores da Operação Lava Jato.

Em reportagens publicadas neste domingo (9), o site alega ter recebido, com exclusividade, um “extenso lote” de arquivos que “contêm, entre outras coisas, mensagens privadas e de grupos da força-tarefa no aplicativo Telegram”.

“As conversas fazem parte de um lote de arquivos secretos enviados ao Intercept por uma fonte anônima há algumas semanas”, acrescenta a reportagem.



Coincidentemente, há cerca de um mês, a Polícia Federal (PF) instaurou um inquérito para investigar a ação de criminosos cibernéticos contra autoridades brasileiras, inclusive o próprio ministro Moro.

Procuradores da Lava Jato notificaram a PF após um deles desconfiar de uma mensagem recebida por meio do aplicativo Telegram. O ataque em massa então foi descoberto e começou a ser apurado pela polícia.

Apesar de negar ter tido acesso aos arquivos por meio de cibercriminosos, o Intercept rejeitou apresentar informações sobre a fonte das mensagens e não publicou evidências para comprovar a veracidade do conteúdo.

O site do Intercept está hospedado em um servidor nos Estados Unidos, o país de origem desta iniciativa jornalística alinhada à extrema esquerda.

No dia 16 de outubro de 2013, o bilionário Pierre Omidyar, fundador do eBay, anunciou que iria financiar o Intercept com uma doação de US$ 250 milhões.

Para se ter noção do montante aplicado por Omidyar, o valor investido no empreendimento é igual ao investimento de Jeff Bezos, fundador da Amazon, ao adquirir o jornal The Washington Post.

Omidyar é um dos bilionários mais ativos na “resistência” ao governo do presidente Donald Trump. Ele também foi um dos principais doadores para o Comitê de Ação Política (PAC), grupo formado durante as eleições de 2016 para impedir a vitória do atual chefe da Casa Branca.



O site Intercept tem como editor-chefe Glenn Greenwald, advogado e jornalista norte-americano, casado com o deputado federal David Miranda (PSOL-RJ), que assumiu o cargo no Congresso após o ex-participante de reality show Jean Wyllys deixar o Brasil alegando estar sofrendo com ameaças.

“O arquivo fornecido pela nossa fonte sobre o Brasil é um dos maiores da história do jornalismo […] Nossas reportagens acabaram de começar”, ameaçou Gleen em mensagem no Twitter.



Fonte: Renova Mídia