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Acusado de participação nos assassinatos de mãe e filha em Altamira ganha liberdade

Dario Santos de Lima ganhou a liberdade concedida pela justiça da 2ª Vara Criminal de Altamira, assinada no dia 26 de julho e deixou o presidio, segundo a Susipe, no último dia 31. O juiz entendeu que não existem motivos que justifiquem a prisão do acusado, que apresentou residência fixa, trabalho e até o momento não houve denúncia contra ele.


O Ministério Público se manifestou favorável à decisão substituindo a prisão por outras medidas cautelares como comparecer mensalmente ao fórum, ficando proibido de manter contato com os familiares das vítimas e testemunhas no limite de 200 metros, além de comparecer a comarca sempre que for solicitado.

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Dário foi preso no dia 23 de abril deste ano junto com Geovani de Sousa, os dois levaram a polícia ao local onde estavam os corpos de Fernanda Moura, 28 anos, e a filha Maria Isabelle de 5 anos, que foram mortas cruelmente e enterradas em uma área de mata no ramal Cipó Ambé, zona rural de Altamira. O crime chocou a população pela frieza dos acusados.

Foi Rafael que notou o sumiço da esposa e da filha, e também da motocicleta da família. Depois de 30 horas do desaparecimento, veio a notícia da morte das duas. De acordo com a polícia, Fernanda foi morta na frente da filha com um golpe de faca no pescoço e em seguida Isabele, que estava com as mãos amarradas, foi morta estrangulada.


A moto da família foi encontrada na casa de Dário, que segundo apontaram as investigações, teria ajudado Geovani no crime. Depois de presos, os dois foram transferidos para o presidio, onde Giovani foi encontrado morto.

Segundo a polícia Dário teria dito que eles sofreram agressões por outros detentos e que para não ser morto foi obrigado a matar Geovani. Dois dias depois, um terceiro acusado identificado como Claudecir Alexandre de Oliveira Souza, conhecido pelo apelido de traça, também foi preso, ele teria ajudado a cavar a cova e a enterrar os corpos.

Na época, Rafael, esposo de Fernanda e pai de Isabelle disse que o motivo do crime teria sido por uma discussão que ele teve com Geovani vizinho da família, dias antes do crime. Após as mortes, Rafael foi obrigado a deixar a cidade depois de receber ameaças.