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Palocci entrega “pagamentos indevidos” da AMBEV para Lula e Dilma

Segundo o despacho sigiloso de Edson Fachin, empresa estava interessada em impedir o aumento de imposto (PIS e COFINS) sobre as bebidas alcoólicas


Em seu acordo de delação premiada, Antonio Palocci relatou “pagamentos indevidos” da Ambev para Lula, Dilma e a ele próprio.

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O ex-ministro Antonio Palocci relatou em seu acordo de delação premiada à Polícia Federal “pagamentos indevidos” da Ambev aos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e a ele próprio. É a primeira vez que a multinacional de bebidas aparece nas investigações da Lava Jato. O interesse da empresa, de acordo com uma decisão sigilosa do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), era impedir o aumento de imposto (PIS/Cofins) sobre bebidas alcoólicas.


Além do suposto pagamento de propina pela Ambev, o documento do Supremo relaciona outros episódios narrados por Palocci, como o pagamento de vantagem indevida por parte de bancos, o suposto desembolso de R$ 3,5 milhões do governo do ex-ditador líbio Muamar Kadafi para a campanha de Lula no ano de 2002 e a destinação de dinheiro de empreiteiras, via caixa 2, para campanhas petistas.

É mais uma do PT.


Com informação do Estadão