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Bolsonaro rebate aliança entre Macron e Raoni em discurso na ONU

“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros”, afirmou Bolsonaro



O presidente da República, Jair Bolsonaro, teceu duras críticas contra líderes estrangeiros que se utilizam da “guerra informacional” par atacar a soberania do Brasil.

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Sem citar o nome de Emmanuel Macron, Bolsonaro deixou claro que o mandatário da França não terá vida fácil se continuar tentando implementar uma agenda global na Amazônia:

“Valendo-se dessas falácias, um ou outro país, em vez de ajudar, embarcou nas mentiras da mídia e se portou de forma desrespeitosa, com espírito colonialista. Questionaram aquilo que nos é mais sagrado: a nossa soberania!”



E, denunciando o comportamento de Macron, acrescentou:

“Um deles por ocasião do encontro do G7 ousou sugerir aplicar sanções ao Brasil, sem sequer nos ouvir. Agradeço àqueles que não aceitaram levar adiante essa absurda proposta.”

Acompanhado da indígena Ysana Kalapalo, o chefe do Executivo também denunciou a manipulação do cacique Raoni por estrangeiros:

“A visão de um líder indígena não representa a de todos os índios brasileiros. Muitas vezes alguns desses líderes, como o Cacique Raoni, são usados como peça de manobra por governos estrangeiros na sua guerra informacional para avançar seus interesses na Amazônia.”

Bolsonaro completou:

“Infelizmente, algumas pessoas, de dentro e de fora do Brasil, apoiadas em ONGs, teimam em tratar e manter nossos índios como verdadeiros homens das cavernas.”



No último dia 26 de agosto, o líder indígena Raoni Metuktire estava reunido com o presidente da França.

Na ocasião, o cacique disse que o presidente Bolsonaro “incitou agricultores e empresas mineradoras a incendiarem a Amazônia”.


Assista abaixo o pronunciamento do presidente:


Fonte: Renova Mídia