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Greta Thunberg: a santinha ecológica histérica que odeia políticos, mas ama o Estado

A base reflexiva e discursiva é a histeria

Greta Thunberg. (Foto: Carlo Allegri/Reuters)
“Eu não deveria estar aqui. Eu deveria estar na minha escola, do outro lado do oceano. E vocês vêm até nós, jovens, para pedir esperança. Como vocês ousam? Vocês roubaram meus sonhos e minha infância com suas palavras vazias”.

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“As pessoas estão sofrendo e estão morrendo. Os nossos ecossistemas estão morrendo. Nós estamos vivenciando o começo de uma extinção em massa. E tudo o que vocês fazem é falar de dinheiro e de contos de fadas sobre um crescimento econômico eterno. Como vocês se atrevem?”

Estas são palavras da ativista sueca Greta Thunberg, de 16 anos, no seu discurso inflamado na ONU. Ela e outros 15 jovens ativistas de vários países apresentaram uma queixa na Organização contra cinco nações – entre eles, o Brasil – por não fazerem o suficiente para impedir o aquecimento global.


As palavras da adolescente trazem uma indignação passional e estão repletas de uma retórica que visa exaltar o pensamento anticapitalista e reproduzir, de forma resumida, o pensamento progressista que deposita total esperança no Estado e que se frustra drasticamente quando o mesmo não cumpre suas promessas.

A base reflexiva e discursiva da Thunberg é a histeria. Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, autor do livro “O que você precisa saber para não ser um idiota”, que foi um sucesso de vendas, o histérico é formado pelo costume que se impõe ao sujeito para que este sinta pela imaginação. Ele não sente o que está acontecendo, ele sente o que imagina e, sobretudo, o que ele próprio fala.

As pessoas habituadas a isso passam a entrar naquilo que Olavo chama de “segunda realidade” – que é uma realidade paralela.

Assim podemos considerar a ativista sueca que arrancou aplausos da ONU (se bem que isso poderia se configurar num demérito). A fala bélica, agressiva e pouco propositiva revela uma frustração pelo fato da realidade objetiva não se adequar ao universo imaginativo dela, em que o Estado garante todas as proteções ambientais e o cuidado integral com a Terra.

Isto não é apenas histérico, mas inocentemente ignorante. As transformações sociais não dependem unicamente do Governo; é exatamente o Governo o entrave dos maiores processos de desenvolvimento humano e social no Brasil e no mundo.

Quanto mais poder nas mãos de burocratas como Maia, Toffoli, Alcolumbre e até nas mãos do presidente recém eleito e em seu primeiro ano de mandato, Jair Bolsonaro, maiores são as possibilidades de pouquíssima coisa mudar na vida de gente como Greta Thunberg, que inclusive criticou o Brasil “fora do seu lugar de fala”, pois não sabe o que realmente se passa por aqui.



Provavelmente, ela deve achar que “a Amazônia é um patrimônio mundial” e que os governantes são a esperança de um mundo melhor. Pessoas que pensam desta forma tendem a continuar dando gritos histéricos por um longo intervalo de tempo.

Agora, antes de fecharmos este artigo, algumas perguntas válidas: Greta citou a França de Emmanuel Macron? Foi isso mesmo? E a Alemanha? Não seria um paraíso verde? E Macron não era o defensor da Amazônia?

São apenas perguntas.