Notícias de Última Hora

#HienasDeToga: O STF não está acima de críticas

Ilustração compartilhada por Bolsonaro reflete a percepção do povo

Bolsonaro como leão e STF como hiena (Foto: Reprodução/YouTube)
A sensação que temos é que “forças do mal”, parafraseando o chanceler Ernesto Araújo, estão empenhadas em desestabilizar o governo Bolsonaro. O chamado “estamento burocrático”, que não aceita a derrota nas urnas; a imprensa militante, com suas abordagens tendenciosas; o Congresso Nacional, com sua agenda de destruição; o STF, com sua defesa aos bandidos; e os militantes socialistas, com sua agenda de poder, todos estão unidos.

Curte nossa página no Facebook e fique informado!

No vídeo, Bolsonaro, caracterizado como um leão, aparece cercado por hienas, representando os inimigos que tentam impedir as mudanças necessárias para que o país se recupere. Entre as hienas, estão Folha, Veja, Estadão, Rede Globo, o “isentão” (os jornalistas que fingem não ser de esquerda, mas atacam Bolsonaro), CUT, Força Sindical, feministas, MST, ONU, CNBB, PT, PSB, PCdoB, PSOL, PSDB, PSL, OAB, e… o STF.


Muito bem! Trata-se de uma percepção que temos ao avaliar de forma honesta o Governo e a reação do grupo mencionado no vídeo. O problema é que parece que o Supremo Tribunal Federal (STF) quer estar acima das críticas. Os “santos magistrados supremos [salve, salve]” não querem ser alvo deste tipo de críticas.

Para o ministro do STF, Celso de Mello, é um “atrevimento” de Bolsonaro a postagem do vídeo retratando togados como hienas. Atrevimento é o Supremo desafiar os cidadãos de bem, com manobras para soltar bandidos perigosos, entre eles o ex-presidente Lula. Que as hienas nos perdoem!

O decano afirmou em conversa com a Folha de São Paulo que “o atrevimento do presidente parece não ter limites”. Ele classifica o vídeo como “expressão odiosa (e profundamente lamentável) de quem desconhece o dogma da separação de Poderes e, o que é mais grave, de quem teme um Poder Judiciário independente e consciente de que ninguém, nem mesmo o presidente da República, está acima da autoridade da Constituição e das leis da República”.

Entenderam? O ministro acha que a má avaliação da Corte é porque eles respeitam a “autoridade da Constituição e das leis”. Se engana o decano. A avaliação negativa é justamente pela insegurança jurídica e pelo desrespeito a Constituição.



Ora, caro ministro, a percepção que temos é que os senhores, com todo o ar de superioridade que lhes cabe, acreditam ter poderes ilimitados. Entre os cidadãos de bem e os malfeitores, a sensação é que o STF sempre se coloca do lado das trevas.

Assista: