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Witzel é apenas um dos suspeitos de vazamento no caso do porteiro

Além do governador, fontes do governo cogitam Polícia Civil, MPE, PGR e até o STF

Governador do Rio Wilson Witzel e o presidente Jair Bolsonaro. Foto: Macos Corrêa/PR
O vazamento da mentira do porteiro, com objetivo de prejudicar Jair Bolsonaro, pode ter sido obra do governador fluminense Wilson Witzel, como acredita o presidente, mas até fontes do Palácio do Planalto acham apressada essa conclusão. Lembram muitos outros suspeitos na Polícia Civil, no Ministério Público Estadual, na Procuradoria Geral da República e no Supremo Tribunal Federal, que tiveram acesso ao processo sob segredo de Justiça, em razão dos cargos que ocupam.

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Quem vazou sabia que o Supremo já havia arquivado o pedido de abertura de inquérito, até porque a mentira havia sido desmascarada.

A perícia no computador do condomínio só ocorreu, constatando a mentira, após o pedido de inquérito ter sido enviado ao Supremo.



A investigação da PF seguirá a linha da Advocacia Geral da União, identificando todos os que tiveram acesso ao depoimento do porteiro.

Casos sob segredo de Justiça seguem um protocolo rigoroso, onde quem tem acesso acaba deixando suas “digitais funcionais”.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder