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Final de Ano traz Boas Notícias para o Brasil que ajudam a desintoxicar a Amazônia e o oeste do Pará infestado de militantes esquerdistas


Os últimos dois meses do ano trouxeram Boas notícias que merecem destaque e análises pela mensagem de transformação e libertação do viés autoritário imposto por ongueiros e militantes dispostos a utilizar legislação interacional e o discurso de defesa das “minorias” para fustigar o Brasil e seus anseios por desenvolvimento. Todos estão sendo igualmente enquadrados e colocados em seus devidos lugares.

A última e mais recente das boas notícias é sobre os quatro voluntários da Brigada de Alter do Chão, que se tornaram recentemente famosos pelos incêndios que atingiram a região em setembro e que consumiram uma área equivalente a 1.600 campos de futebol. Os acusados vão responder por dano a unidades de conservação e áreas de proteção ambiental, concurso de pessoas e associação criminosa. Em documento assinado na semana passada, o delegado Waldir Freire Cardoso afirma que a investigação “demonstra participação ativa dos referidos brigadistas nos eventos” e que havia “o interesse destes em disseminar registros fotográficos em âmbito nacional e internacional com a finalidade de promoção da tragédia e em benefício de auferirem vantagens financeiras através de vultosas doações em dinheiro, por parte de pessoas de boa fé de todo o globo”.


Mas, as boas notícias começaram lá atrás ainda no final de outubro quando o novo Procurador Geral da República Augusto Aras deu um primeiro, mas eloquente sinal positivo ao requer a extinção, sem julgamento de mérito, de Ação Civil Originária destrambelhada e exagerada proposta pela sua antecessora Raquel Dodge em setembro passado. A ACO 3300 requeria à União, à Funai, ao INCRA, ao estado do Paraná, e sobretudo à Itaipu Binacional, uma condenação multibilionária incriminando-os por alegadas, mas infundadas violações atribuídas, errônea e majoritariamente à Itaipu, contra os direitos territoriais de um grupo de remanescente Avá-Guarani durante a construção da Usina de Itaipu entre 1978 e 1982. Convencido do exagero histérico da indenização bilionário da ex-PGR, o ministro do STF Alexandre de Moraes acatou requerimento apresentado por Aras, revogando a ação infundada de Raquel Dodge alegando que a causa é complexa e exige mais aprofundados estudos sobre o caso. A ação veio em boa hora, pois jogou um balde de água fria nos projetos utópicos de dezenas de ONGueiros e antropólONGos que ainda acalentam o sonho da criação de uma “Nação Guarani”. Estes terão que esperar ou lutar muito mais para ver o projeto financiado pela empresa binacional.


Neste memorável início de dezembro duas medidas do PGR ganharam diferentes pesos na mídia nacional, mas apontam inequivocamente para um mesmo sentido: uma muito bem-vinda e mais do que necessária desintoxicação do MPF, infestado por militantes esquerdistas engajados em implementar perigosas estratégias segregacionistas. Que os novos “Ares” os varram para longe.


Logo na primeira segunda-feira de dezembro, Aras, destituiu a subprocuradora Deborah Duprat do cargo que ela vinha ocupando há “séculos” no Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). Melhor ainda, substitui-a pelo Procurador Aílton Benedito, mais alinhado e mais representativo das propostas do atual governo. Notória militante Duprat tinha já criado raízes como chefe da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), um dos braços do MPF com forte atuação na defesa dos direitos humanos. Há séculos vinha atacando importantes setores da sociedade brasileira como da segurança pública, e setores cristãos tradicionais como católicos e evangélicos, chegando até a declarar há uns anos atrás que “os filhos não pertencem ao estado”. Sua atuação militante na defesa do direito à doutrinação esquerdista nas escolas, e sua habilidade no uso do direito de minorias para fustigar os projetos de desenvolvimentos da sociedade brasileira, chamou atenção dos mais variados setores conservadores da sociedade brasileira, incluindo a Ministra Damares Alves, alvo principal da Procuradora, e uma adversária à altura do embate. Já o procurador Aílton Benedito, por outro lado, é conhecido por suas postagens em redes sociais em que ele defende abertamente a ação policial, manifesta apoio ao presidente Jair Bolsonaro e, frequentemente, aplica aos militantes de esquerda o termo psicossocial mais adequado para se referir à extremistas de esquerda: “esquerdopatas“. Peculiaridades à parte, no MPF, a atuação de ambos é vista como antagônicas. Nas redes sociais, a mudança é vista como benéfica para a sociedade brasileira, que poderá respirar ares mais puros e descontaminados de ideologias esquerdistas no CNDH. Ufaaa. Mais um espaço livre da militância esquerdista e desinfetado de agentes esquerdizantes da nossa sociedade.


Já na segunda semana de dezembro, uma outra notícia de alegria o povo santareno, trazendo o sorriso ao rosto de nós que vivemos às margens do Tapajós. Sim, a inexpressiva repercussão nacional, não é proporcional a saúde e alegria com que a população do Oeste do Pará, recebeu a notícia da transferência do Procurador “Cacique-Mor” Luiz de Camões Lima Boaventura. Ainda está sendo motivo de comemoração para todos os que já há meia década queriam ver o desenvolvimento do oeste de Pará.


Usando habilmente o discurso de defesa das “minorias e do meio ambiente” o Procurador notabilizou-se pela habilidade e rapidez com que utilizou a Convenção 169 da OIT, sempre em defesa das demandas dos questionáveis e duvidosos grupos recém autodeclarados “indígenas” e “quilombolas”, resultantes do longo trabalho de catequese etnogênica para implementar uma agenda programática que fustiga os setores produtivos regionais. Alguns de seus desafetos, apontam também que o procurador notabilizou-se pelo constante uso do cocar, apetrecho o qual parece ser a mais meritória utilidade de sua cabeça. Maldade gente!! Pura maldade de quem nunca se deteve em ler alguma das peças do jovem procurador, ou sensibilidade exegética para apreciar todo o contorcionismo e malabarismo hermenêutico com que o servidor tem vencido casos e mais casos na justiça.

Ou é da lavra do Procurador, ou teve seu apoio as peças de seus colegas que recomendaram a paralisação de praticamente todas as principais grandes obras de desenvolvimento da região, desde as contínuas tentativas de paralisação dos aproveitamentos hidrelétricos do rio Xingu e Tapajós, às tentativas de barrar as audiências públicas sobre a ferrovia Ferrogrão, passando pela tentativa de interromper os licenciamentos de mineração na Volta Grande do Xingu e chegando até o tão afamado Porto do Maicá. Enfim, são todas iniciativas igualmente desejadas pela maioria da população do oeste do Pará, mas igualmente rejeitadas pela mente brilhante, mas muito enviesada, cautelosa e cauterizada de Camões. Desejadas por milhares de pessoas, mas barradas pela atuação enviesada, mas sempre muito proativa e eficaz de um único homem, hábil na defesa das minorias e na omissão e silenciamento de todo o restante da população regional. O Procurador contraria toda a tradição republicana e democrática de distribuir o maior benefício para o maior número de pessoas. Para Camões o que interessa é o oposto: O maior benefício para as minorias, ou para aqueles que atendendo aos convites das ONGs se disseram minorias aderindo ao esquema Etnicizante. Para o resto, o resto!!


A lista de iniciativas engajadas, enviesadas e excludentes do nosso ex-procurador ao longo dos últimos cinco ou seis anos é longa e listá-las seria tedioso. Contestar uma por uma, seria até um divertido passatempo, se não fosse uma tarefa complexa que tenho enfrentado para o benefício da vida e a saúde econômica de dezenas de municípios, milhares de cidadãos e centenas de empreendedores Amazonidas.Qual é a conexão e a semelhança a entre os Brigadistas Incendiários, a Ex-PGR Raquel Dodge, os Procuradores do MPF, os ONGueiros Indigenistas e os Esquerdistas em geral? São muitas e são estratégicas. Além do evidente fato de atuarem juntos, no mesmo campo estratégico para alcançarem a implementação dos mesmos alvos e agendas esquerdizantes que sempre buscaram alcançar, existem duas outras: 1) é que para estes militantes engajados não lhes interessa a paz, a segurança, a estabilidade social entre os diferentes setores da sociedade brasileira. Nem interessa que a Amazônia esteja em pé enquanto o Brasil segue se desenvolvendo. Não interessa porque não ganham nada com isto. Como bons esquerdistas que são, sabem bem, que eles só ganham com o confronto, com o conflito entre as classes e com a imagem da Amazônia ardendo em chamas. A segunda e mais empolgante notícia é que 2) estão todos sendo igualmente questionados pela sociedade, enquadrados e colocados em seus devidos lugares. Uns no banco dos réus, outros na berlinda, outros com suas utopias atiradas ao muro da realidade.

Por Edward Lux (Enlightening Anthropology)