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Registros de armas crescem 48% no governo Bolsonaro e homicídios diminuem 22%

Em 2018 a quantidade era de 47,6 mil e teve elevação para mais de 70,8 mil nos primeiros 11 meses de 2019


Após a aprovação de medidas que facilitam a aquisição de armamento, 2019 registrou um aumento de 48% no número de armas legalizadas em circulação.

O número recorde não era registrado desde 1997, dado mais antigo obtido. No ano de 2018 foram 47,6 mil ao todo e foi para 70,8 mil somente nos primeiros 11 meses de 2019.


Em outubro, havia 1.013.139 registros de armas ativos no país, apenas no sistema mantido pela PF (Sinarm). Neste caso, a permissão é para a posse das armas, mantidas em casa e no comércio.

Os números foram conseguidos pelo jornal Folha de S. Paulo via Lei de Acesso à Informação e também no portal da CGU (Controladoria Geral da União), que abriga todos os pedidos realizados.

Redução na criminalidade após início da gestão Bolsonaro

É a primeira vez que são divulgadas estatísticas oficiais sobre criminalidade no Brasil de uma maneira padronizada.

O primeiro mês do governo do presidente da República, Jair Bolsonaro, registrou queda na criminalidade.

Oito dos nove crimes monitorados pelo Sinesp, plataforma administrada pelo Ministério da Justiça que contabiliza os boletins de ocorrência de todos os Estados e do DF, apresentaram redução.


A maior queda foi nos roubos à instituição financeira: 43%. O número de homicídios em janeiro caiu 21% em comparação com o mesmo período do ano passado. Já tentativa de homicídio teve redução de 17%.

Caíram também latrocínio (12%), estupro (11%), furto de veículo (14%) roubo de carga (27%) e roubo de veículo (23%). Apenas lesão corporal seguida de morte não teve variação: 78 casos nos dois anos.

TV Cidade News