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O silêncio conveniente e a SS mercenária da Mídia


É interessante que a imprensa agora se levanta para gritar contra o governo Bolsonaro, por causa de um infeliz discurso do ex-Secretário de Cultura Roberto Alvim, prontamente demitido pelo Presidente.

O PT sempre apoiou e buscou aproximação com governos genocidas e totalitários que em muita coisa se assemelham ao nazismo. Seus discursos sempre foram enaltecendo líderes comunistas que mataram mais gente que o nazismo, e no entanto a extrema imprensa nacional e internacional jamais deu um pio sequer em relação ao fato, mas agora se coloca como arauto do apocalipse.



Em seu discurso na Cúpula das Nações Africanas, em 2009, Lula afirmou enfaticamente: "Não podemos ter preconceito com nações não democráticas", mesmo sabendo que essas nações não democráticas são sanguinárias, algumas delas que eliminavam etnias diferentes, tanto quanto foi a proposta do nazismo.

Ao todo, US$ 11,9 bilhões foram desembolsados para financiar ditaduras, apenas pelo BNDES. Tais empréstimos causaram prejuízo anual de R$ 1,1 bilhão ao trabalhador, uma vez que foram realizados com recursos do FAT, um fundo financiado com parte dos salários de cada trabalhador brasileiro.

O PT flertou, namorou, noivou e casou com o que há de pior e mais vil, mas nada disso é relevante para a Folha de São Paulo, O Globo e demais tabloidões que recebiam polpudas quantias dos governos do PT, para fazerem um silêncio conveniente. O fim do mundo vem mesmo é de um discurso equivocado.



É indefensável o discurso de Alvim? Sim, é. Não estou querendo fazer defesa nenhuma dele. O que realmente quero é mostrar que quando a mídia é pilantra e tendenciosa, as avaliações são completamente diferentes.

Tão perversos quanto os nazistas são esses jornalistas calhordas, cujas matérias não passam de propagandas de guerra promovidas pelo que podemos classificar como inimigos internos, e que são movidos meramente por dinheiro.

Mais do que executores que tentam colocar o governo Bolsonaro em fornos, isso faz deles mercenários canalhas, inescrupulosos e traidores da pátria que nem sequer simulam um discurso de defesa do país. Só estão preocupados com seus próprios interesses e com suas contas bancárias.



A extrema imprensa persegue e procura incinerar qualquer um que não se enquadre na ideologia política de quem lhe paga. É a SS mercenária da mídia.

Por Marcelo Rates Quaranta