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Candidaturas fortes dificultam manobra para ‘reeleição’ de Maia e Alcolumbre

Nomes do centrão, na Câmara, e do MDB, no Senado, são fortes para vetar manobra

Os presidentes da Câmera dos Deputados e do Senado Federal Rodrigo Maia (DEM/RJ) e Davi Alcolumbre (DEM/AP). Foto: Andre Coelho/Folhapress)
O Congresso vive a expectativa de definir se há reeleição no Senado e até na Câmara dentro de uma mesma legislatura. No Senado, Davi Alcolumbre tem um argumento: “na Câmara já é assim”. Não é. E, na Câmara, Rodrigo Maia tenta saída para se “eternizar” no cargo. Ambas as possibilidades são remotas, mas não se deve subestimar a dupla. Não faltam candidatos a substituir Maia, como Arthur Lira (PP-AL), do “centrão”, que em 2019 abriu mão em favor da reeleição do carioca.


Na Câmara, também há Baleia Rossi (MDB-SP), Agnaldo Ribeiro (PP-PB), Marcos Pereira (Rep-SP) e Osmar Terra (MDB-RS), ex-ministro.

No Senado, Ângelo Coronel (PSD-BA), que foi candidato em 2019, e Esperidião Amim (PP-SC) podem disputar contra Alcolumbre.

Eduardo Gomes (TO), líder do governo no Congresso, e Simone Tebet (MS), presidente da CCJ, são do MDB, e fortíssimos no Senado.

Por Cláudio Humberto, do Diário do Poder