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‘Impulsionamento ilegal’ se voltou contra o PT na CPI das Fake News

Hans River disse que não trabalhou para Bolsonaro, mas sim para Fernando Haddad

Hans River disse que não trabalhou para Bolsonaro, mas para a campanha de Fernando Haddad. Foto: Jane de Araújo/Senado
Hans River, um homem negro, cabelos “black power”, parecia vestido do modelito certo para que políticos do PT reforçassem o envolvimento do presidente Jair Bolsonaro com notícias falsas ou “impulsionamento” ilegal de mensagens. Mas na CPMI das Fake News Hans virou “tiro pela culatra”. Ele disse que não trabalhou para Bolsonaro e sim para os então candidatos Fernando Haddad (PT) e Henrique Meirelles (MDB).


O depoimento de Hans River representou um presente para os opositores do PT, no dia em que o partido de Lula completou 40 anos.

River deixou mal até os que denunciaram o suposto impulsionamento ilegal de Bolsonaro, já negado pelo Whatsapp.


Após a sessão, os assuntos “CPMI” e “Hans River” se transformaram no 1º e 5º trending topics, os assuntos mais comentados do Twitter.

A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder