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Hidroxicloroquina e a situação do Brasil


O Terça Livre conservou nesta sexta-feira santa (10/4), sobre a hidroxicloroquina como proposta de solução para a crise do vírus chinês (covid-19) e a situação do Brasil, com a doutora Nise Yamaguchi, onconlogista, imunologista, diretora da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), Associação Brasileira de Mulheres Médicas (ABMM) e cientista sênior do Instituto de Prevenção e Pesquisa e co-fundadora da World Cancer Alliance sediado em Lyon, na França.

Acerca da solução proposta com a hidroxicloroquina, a cientista explicou inicialmente o como se comporta o vírus chinês e os sintomas, em seguida afirmou que este medicamento já é usado há muito tempo para outras enfermidades, explicou por quais motivos este remédio pode ser uma boa opção para o tratamento em caso de infecção e também falou sobre o baixo custo de produção.



Abordando o tema dos modelos de isolamento, Nise explicou como ocorre a contaminação e os sintomas da fase inicial para justificar porque o isolamento é recomendado para pessoas do grupo de risco.

Continuando sobre isolamento, Yamaguchi recomendou o uso de máscaras, acrescentou informações de boas práticas para os cidadãos e comentou a origem chinesa do modelo adotado no Brasil há algum tempo, chamado “isolamento horizontal” e a falta de informações acerca da eficiência do mesmo.

Nise ainda procurou demonstrar pontos falhos do isolamento total da população e demonstrou que as estratégias de saúde devem ser pensadas caso a caso, de acordo com a geografia da enfermidade exemplificando os pontos.

Otimista mas cautelosa, “acho que o Brasil vai acordar melhor dessa crise“, disse a cientista e recomendou não politizar a saúde.



Confira a entrevista completa


Fonte: Terça Livre