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O verdadeiro motivo da perseguição esquerdista a Sérgio Camargo: o fim da Bolsa-Revolução


Claro que o presidente da Fundação Palmares também é perseguido por ser conservador e bolsonarista. Porém, o motivo principal de militantes, artistas e jornalistas da criminalidade esquerdista insistirem numa perseguição diária é bem mais prosaico: dinheiro.


Mas exatamente, dinheiro que a Fundação Palmares fornece aos militantes esquerdistas das mais variadas formas, indo desde contratações de ineptos até o financiamento de projetos. É o que podemos chamar de Bolsa-Revolução.

Com a chegada de Sérgio Camargo, ficou muito claro que o aparelhamento esquerdista da Fundação Palmares seria desmontado.

Essa é a raiva inconfessável dos esquerdistas: a Fundação Palmares era uma grande desconhecida do público brasileiro, e assim deveria permanecer, sendo uma teta discreta, mas generosa, a alimentar parte da estrutura comunista brasileira.



O orçamento da Fundação para 2020 é de R$ 15,9 milhões. Nada mal para uma pequena instituição que vivia nas sombras. É valor suficiente para um bom número de auxílios da Bolsa-Revolução, ajudando a manter a máquina esquerdista em funcionamento.

Outra raiva esquerdista é que a teta vem sendo enxugada. Por exemplo, no ano passado o orçamento era de R$26 milhões, e em 2011, no governo Dilma, o orçamento era de R$47 milhões em valores corrigidos.

E agora, o governo, além de reduzir esse valor para "apenas" 17 milhões, insiste em manter na direção da entidade um negro que não está e nem estará compactuado com a distribuição da Bolsa-Revolução.



A esquerda não chora pelos negros, pela "consciência racial" ou pela "cultura afro", a esquerda chora por dinheiro.

Por Marco Frenette