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A pensão vitalícia de Maitê Proença paga pelo contribuinte


Desde 1989 ela recebe uma pensão mensal vitalícia de 24,6 mil reais.

O Motivo? Ela é filha solteira de um procurador de justiça falecido. (nada contra o pai … ele trabalhou, pagou a previdência e tinha direito à sua aposentadoria)


Aos doze anos, sua mãe foi assassinada pelo marido – pai de Maitê -, que era procurador de Justiça. Absolvido em dois julgamentos, com base na tese de legítima defesa da honra , ele cometeu suicídio em 1989.

Mas a filha, sem derramar uma única gota de suor, sem produzir NADA para a sociedade brasileira, emplaca mais de vinte salários mínimos na altura de seus 60 anos de idade!

E o pior, meus caros, ainda está por vir: Maitê é só a ponta do iceberg.

Um sem fim de dondocas elitistas parasitam dos cofres públicos mais de quatro bilhões de reais todos os anos pelo simples fato de (à exemplo da atriz) permanecerem na condição de solteiras (ao menos “de fachada”) e serem filhas de funcionários públicos falecidos do alto escalão.


Bilhões e bilhões. Dondocas na maioridade, com plena capacidade de labutar, que sempre tiveram do bom e do melhor na infância e adolescência.

Quanta gente, no Brasil, deixaria de passar fome se essa quantia exorbitante fosse distribuída entre quem ganha menos?

Fonte: escapuliu