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A picaretagem esquerdopata e o desvio de função de dinheiro público no Maranhão

Flávio Dino
A picaretagem esquerdopata não dá trégua ao brasileiro de bem. Nem respeita o dinheiro suado do contribuinte.

O comunismo é uma doutrina criada no século XIX, responsável por 110 milhões de mortes no século XX, ou seja, 2/3 de todas as mortes causadas por todos os regimes ditatoriais no mundo juntos, no mesmo século.

O comunismo transformou em tiranias todos os governos em todos os países onde foi aplicado, pela imposição de um partido governante único, ausência de imprensa livre e um cala-boca absoluto às suas vítimas (recuso-me a chamá-las cidadãos) sob pena de encarceramento, desaparecimento, ou simplesmente morte.

Reduziu a escombros as economias dos países onde foi imposto, inclusive a da União Soviética e a do Leste Europeu. A doutrina comunista tem como símbolo de seu fracasso a fragorosa demolição do Muro de Berlim, ocorrida em 1989.


Eis que, para revigorar um veículo de imprensa – a revista Carta Capital - descaído (tiragem semanal pífia de 26.500 exemplares) Flávio Dino, o governador comunista do Maranhão - aquela terra que uma vez foi capitania hereditária dos Sarneys e é um dos mais atrasados e miseráveis estados do Brasil - resolveu pagar uma nota preta por assinaturas, com dinheiro dos pobres contribuintes. São, segundo notícias na imprensa, cerca de R$ 1, 300 mi (um milhão e trezentos mil reais), gastos sem licitação e retirados das escolas e dos hospitais, nesta época de pandemia. Uma tunga considerável no contribuinte de um estado pobre, em benefício de um veículo de esquerda, para propaganda pessoal de Flávio Dino e de seu governo de esquerda comunista.

A confissão de Dino é que de se trata de assinatura para ser distribuída nas escolas. Se não explicasse, ficaria melhor. Agora entendemos que se trata de mais propaganda gramscista (comunista) para a lavagem cerebral de crianças e adolescentes, portanto propaganda contra a democracia, mas fingindo –como é do feitio - ser pró-democracia.


Claro, a confissão de Dino não explica o processo e os critérios pelos quais a revista Carta Capital foi selecionada para a campanha ‘educativa’ no Maranhão. Mas todos nós, escolados que somos, os conhecemos perfeitamente.

Depois da queda do Muro de Berlim – que os comunistas, como Dino, parecem fingir que nunca aconteceu - não se engana mais povo algum com a cantilena falsa de que é para o “fortalecimento da democracia”. Só se for democracia do tipo que existiu na defunta República ‘Democrática’ Alemã, aliás o mais radical, o mais stalinista país comunista - enquanto existiu - no Leste Europeu.

Comunista lutando pela real democracia - este regime das liberdades, de múltiplos partidos e de imprensa livre – é como diabo abraçando e defendendo a santidade: coisa impossível até conceitualmente.

A assinatura da Carta Capital, feita por de Flávio Dino - com dinheiro público, claro - configura-se um absurdo desvio de finalidade de dinheiro retirado dos contribuintes, operado na calada da noite para a propaganda (edulcorada, claro!) - através da revista Carta Capital - de uma doutrina perversa, genocida e que só trouxe desgraça aos países em que foi aplicada. A Venezuela é hoje emblemática desta afirmação, e fica aqui do nosso lado.


Esta irregularidade na aplicação de recursos públicos, certamente o ministro do STF, Luís Roberto Barroso não contestará (em Inglês!) como uma ameaça à democracia.


Por José J. de Espíndola